:. Funcionária do Itaú e família são seqüestradas em Juiz de Fora:04/07/2008
Marido e filho foram deixados em Teresópolis e nenhum resgate foi pago
Na madrugada desta sexta, dia 4, a tesoureira de uma agência do Itaú em Juiz de Fora passou por horas de terror com sua família. Eles foram surpreendidos na noite do dia 3 por três homens armados que os mantiveram como reféns. A pretensão do grupo era levar a funcionária até o banco para sacar R$500 mil do cofre logo pela manhã. O filho de 10 anos conseguiu ligar para a polícia e informar do seqüestro, mas os bandidos acabaram fugindo com o marido da bancária e o outro filho, de 17 anos. Eles foram abandonados em Teresópolis e nenhum resgate foi pago. O Itaú informou que levou a tesoureira e sua família para um hotel da cidade.
A carta de solicitação de emissão de CAT (Comunicado de Acidente de Trabalho) foi entregue pelos diretores do Sintraf JF na tarde de hoje e o banco tem 48 horas para cumprir a solicitação. Do contrário, o Sindicato fará uma denúncia no Ministério do Trabalho.
É o segundo caso na cidade este ano no mesmo banco. No primeiro incidente, o bancário não quis registrar o acidente de trabalho e solicitou a não divulgação do fato.
CAT
Em casos de assalto, seqüestro ou qualquer outro tipo de atentado sofrido por bancário por causa de sua profissão, o banco é obrigado por lei a emitir um CAT. “Com esse documento, o funcionário pode ser licenciado ou não. Independente do fato, a CAT é importante por ser uma forma de resguardar o funcionário que pode no futuro desenvolver alguma doença em decorrência do incidente, como uma síndrome do pânico e outros problemas”, explica Rose Machado, diretora do Sintraf JF.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
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